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		<author>1416806</author>
		<keywords/>
		<pubDate>2011-03-16 11:39:39</pubDate>
	<content><![CDATA[<div id="titulo">
	<strong>Coopera&ccedil;&atilde;o T&eacute;cnica e Cient&iacute;fica</strong></div>
<p>
	O N&uacute;cleo de Coopera&ccedil;&atilde;o T&eacute;cnica da Embaixada acompanha e apoia os projetos de coopera&ccedil;&atilde;o entre o Governo brasileiro e angolano, principalmente aqueles que contam com a participa&ccedil;&atilde;o da <a href="http://www.abc.gov.br/" target="_blank">Ag&ecirc;ncia Brasileira de Coopera&ccedil;&atilde;o</a>.</p>
<p jquery1300276175546="26" oldblock="block" style="display: block">
	A coopera&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica entre a Rep&uacute;blica Federativa do Brasil e a Rep&uacute;blica de Angola come&ccedil;ou a se desenhar em 1980, com a assinatura do Acordo de Coopera&ccedil;&atilde;o Econ&ocirc;mica, Cient&iacute;fica e T&eacute;cnica, no dia 11 de junho daquele ano. A partir dessa data, v&aacute;rias iniciativas no campo da coopera&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica marcaram as rela&ccedil;&otilde;es bilaterais entre os dois pa&iacute;ses. Merecem destaque as visitas do Presidente Luiz In&aacute;cio Lula da Silva a Angola, em novembro de 2003, e em outubro de 2007, bem como a realiza&ccedil;&atilde;o da VI Comista Brasil-Angola, em abril de 2005, em Bras&iacute;lia. As referidas visitas presidenciais, inegavelmente, deram novo impulso &agrave; implementa&ccedil;&atilde;o e &agrave; amplia&ccedil;&atilde;o de programas e projetos de coopera&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica com Angola.&nbsp;</p>
<p jquery1300276175546="26" oldblock="block" style="display: block">
	Durante os anos de guerra em Angola, a coopera&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica cresceu, com especial destaque para a forma&ccedil;&atilde;o profissional. A instala&ccedil;&atilde;o, em 1998, do Centro de Forma&ccedil;&atilde;o Profissional do Cazenga, nos arredores de Luanda, projeto apoiado pelo SENAI, com objetivo de contribuir para o esfor&ccedil;o de reinser&ccedil;&atilde;o social e reciclagem de m&atilde;o-de-obra desmobilizada. A institui&ccedil;&atilde;o forma atualmente cerca de 2.500 profissionais por ano.</p>
<p jquery1300276175546="26" oldblock="block" style="display: block">
	Os programas de coopera&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica que o Brasil oferece, atualmente, desenvolvem-se em diversos setores: agricultura, esportes, educa&ccedil;&atilde;o ambiental, sa&uacute;de p&uacute;blica, ci&ecirc;ncia e tecnologia, e combate a inc&ecirc;ndios e salvamento. O projeto de sa&uacute;de p&uacute;blica &eacute; particularmente relevante, e tem como objetivo a cria&ccedil;&atilde;o de uma escola de p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o dedicada &agrave; sa&uacute;de, setor que sofre de escassez aguda de recursos humanos.</p>
<p jquery1300276175546="26" oldblock="block" style="display: block">
	H&aacute; ainda demandas angolanas por assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica brasileira nas seguintes &aacute;reas: seguran&ccedil;a p&uacute;blica, metrologia e certifica&ccedil;&atilde;o, estat&iacute;stica, administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica e forma&ccedil;&atilde;o de diplomatas.</p>
<p jquery1300276175546="26" oldblock="block" style="display: block">
	No intuito de propor novas demandas de coopera&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica e em prepara&ccedil;&atilde;o &agrave; VII Comista Brasil-Angola, a ser realizada em Luanda, em 2009, o diretor da Dire&ccedil;&atilde;o de Coopera&ccedil;&atilde;o Bilateral da Chancelaria angolana, Embaixador Flor&ecirc;ncio de Almeida esteve em Bras&iacute;lia, em novembro de 2008. Na &eacute;poca, novas demandas de coopera&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica foram manifestadas pela delega&ccedil;&atilde;o angolana. Para viabilizar o atendimento das demandas solicitadas, a ABC realizou Miss&atilde;o de Prospec&ccedil;&atilde;o de Atividades de Coopera&ccedil;&atilde;o T&eacute;cnica a Luanda, no per&iacute;odo de 18 de janeiro a 7 de fevereiro de 2009.</p>
<p jquery1300276175546="26" oldblock="block" style="display: block">
	A seguir, o relacionamento bilateral e o andamento das principais iniciativas e projetos de coopera&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica entre os dois pa&iacute;ses:</p>
<div jquery1300276175546="26" oldblock="block" style="display: block">
	<ol>
		<li>
			<strong>Capacita&ccedil;&atilde;o do Sistema de Sa&uacute;de de Angola </strong><br />
			O projeto visa fortalecer a capacidade da forma&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de p&uacute;blica em Angola nos campos de ensino, ci&ecirc;ncia e tecnologia, incluindo comunica&ccedil;&atilde;o e informa&ccedil;&atilde;o. Com participa&ccedil;&atilde;o do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de de Angola e da Fiocruz, o projeto prev&ecirc;: a) capacitar futuros docentes para atividades de ensino, investiga&ccedil;&atilde;o e coopera&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica na futura Escola Nacional de Sa&uacute;de P&uacute;blica de Angola (ENSPA); e b)&nbsp; apoiar a organiza&ccedil;&atilde;o da biblioteca da ENSPA.<br />
			&nbsp;</li>
		<li>
			<strong>Apoio T&eacute;cnico para a Implanta&ccedil;&atilde;o e Desenvolvimento do Centro Militar de Higiene e Epidemiologia de Angola</strong><br />
			O projeto objetiva auxiliar a forma&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica de profissionais com capacidades estrat&eacute;gicas para a gest&atilde;o e operacionaliza&ccedil;&atilde;o do Centro Militar de Higiene e Epidemiologia e apoiar a capacita&ccedil;&atilde;o de profissionais t&eacute;cnicos e a forma&ccedil;&atilde;o de multiplicadores em conhecimentos b&aacute;sicos de vigil&acirc;ncia epidemiol&oacute;gica, sanit&aacute;ria e diagn&oacute;stico laboratorial, al&eacute;m de dar suporte t&eacute;cnico &agrave; implanta&ccedil;&atilde;o de um centro de telesa&uacute;de no CMHE. O projeto prev&ecirc;: a) capacitar t&eacute;cnicos angolanos em t&eacute;cnicas e procedimentos b&aacute;sicos de vigil&acirc;ncia epidemiol&oacute;gica, sanit&aacute;ria e diagn&oacute;stico laboratorial e realizar est&aacute;gio pr&aacute;tico nestas &aacute;reas; b) capacitar m&eacute;dicos e gestores do CMHE em vigil&acirc;ncia em sa&uacute;de e gest&atilde;o de informa&ccedil;&otilde;es estrat&eacute;gicas para o controle de endemias e epidemias; c) intercambiar conhecimentos sobre as estrat&eacute;gias nacionais de vigil&acirc;ncia epidemiol&oacute;gica, vigil&acirc;ncia sanit&aacute;ria e laborat&oacute;rios de sa&uacute;de p&uacute;blica e no manejo de informa&ccedil;&otilde;es estrat&eacute;gicas nessas &aacute;reas; e d) apoiar o CMHE na implementa&ccedil;&atilde;o de uma sala de telesa&uacute;de.<br />
			<br />
			A iniciativa &eacute; apoiada pelo Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de e pela Funda&ccedil;&atilde;o de Desenvolvimento da Pesquisa da Universidade Federal de Minas Gerais, pelo lado brasileiro, e pela Dire&ccedil;&atilde;o dos Servi&ccedil;os de Sa&uacute;de do Estado Maior Geral das For&ccedil;as Armadas e pelo Minist&eacute;rio da Defesa Nacional, pelo lado angolano.<br />
			&nbsp;</li>
		<li>
			<strong>Projeto Piloto em Anemia Falciforme</strong><br />
			Tendo como futuros executores o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de e a Coordena&ccedil;&atilde;o da Pol&iacute;tica Nacional de Sangue e Hemoderivados, pelo lado brasileiro, e o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de e o Hospital Pedi&aacute;trico David Bernardino, pelo lado angolano, o projeto objetiva reduzir a taxa de morbimortalidade por doen&ccedil;a falciforme no pa&iacute;s. A iniciativa prev&ecirc;: a) capacitar profissionais de sa&uacute;de de Angola em tratamento b&aacute;sico, diagn&oacute;stico laboratorial e por imagem da doen&ccedil;a falciforme, triagem neonatal e restaura&ccedil;&atilde;o de les&otilde;es &oacute;sseas; e b) implantar o sistema de cadastro de pacientes.<br />
			&nbsp;</li>
		<li>
			<strong>Apoio &agrave; Forma&ccedil;&atilde;o Profissional Rural e Promo&ccedil;&atilde;o Social em Angola</strong><br />
			O projeto objetiva o fortalecimento institucional da &aacute;rea de forma&ccedil;&atilde;o profissional rural em Angola e nivelamento t&eacute;cnico de profissionais de ci&ecirc;ncias agr&aacute;rias do Instituto do Desenvolvimento Agr&aacute;rio (IDA). Prev&ecirc; a) transferir metodologia do Servi&ccedil;o Nacional de Apredizagem Rural (Senar) para profissionais de ci&ecirc;ncias agr&aacute;rias e t&eacute;cnicos do IDA; b) executar treinamentos de Forma&ccedil;&atilde;o Profissional Rural (FPR) e a Promo&ccedil;&atilde;o Social (PS) para profissionais de ci&ecirc;ncias agr&aacute;rias e t&eacute;cnicos do IDA; e c) realizar oficinas de Metodologia de Elabora&ccedil;&atilde;o de Cartilhas. O projeto dever&aacute; ser executado, do lado do Brasil pelo Senar e, pelo lado de Angola pelo IDA., vinculado ao Minist&eacute;rio da Agricultura daquele pa&iacute;s.<br />
			&nbsp;</li>
		<li>
			<strong>Capacita&ccedil;&atilde;o na Assist&ecirc;ncia T&eacute;cnica e Extens&atilde;o Rural para T&eacute;cnicos Angolanos</strong><br />
			O projeto ora em negocia&ccedil;&atilde;o, que ter&aacute; como &oacute;rg&atilde;o executor da parte angolana o IDA, visa a dotar os t&eacute;cnicos do setor de Assist&ecirc;ncia T&eacute;cnica e Extens&atilde;o Rural (ATER) de Angola de maior compet&ecirc;ncias e habilidade para fazer a gest&atilde;o de planos, programas e projetos voltados para o desenvolvimento do espa&ccedil;o rural. Prev&ecirc; a) capacitar t&eacute;cnicos angolanos em constru&ccedil;&atilde;o de diagn&oacute;sticos para implanta&ccedil;&atilde;o do &Iacute;ndice de Desenvolvimento Comunit&aacute;rio Rural (IDCR); b) capacitar t&eacute;cnicos angolanos para desenvolver e atuar em ATER; c) capacitar t&eacute;cnicos angolanos para desenvolver e atuar em ATER; e implantar Unidades de Experimenta&ccedil;&atilde;o (UE&rsquo;s) com projetos definidos no Diagn&oacute;stico.<br />
			&nbsp;</li>
		<li>
			<strong>Apoio ao Sistema Nacional de Investiga&ccedil;&atilde;o Agr&aacute;ria de Angola</strong><br />
			S&atilde;o respons&aacute;veis pela execu&ccedil;&atilde;o do projeto ora em negocia&ccedil;&atilde;o, da parte do Brasil a Embrapa e, da parte de Angola o Instituto de Investiga&ccedil;&atilde;o Agr&aacute;ria (IIA) do Minist&eacute;rio da Agricultura angolano. A iniciativa prev&ecirc; a) capacitar t&eacute;cnicos do IIA&nbsp; no uso e manipula&ccedil;&atilde;o dos equipamentos laboratoriais da Esta&ccedil;&atilde;o Experimental de Malange em an&aacute;lise de solos, plantas e sementes e de culura de tecidos.<br />
			&nbsp;</li>
		<li>
			<strong>Cria&ccedil;&atilde;o do Servi&ccedil;o de Sanidade Vegetal e Capacita&ccedil;&atilde;o para Inspec&ccedil;&atilde;o Fitossanit&aacute;ria</strong><br />
			S&atilde;o respons&aacute;veis pela execu&ccedil;&atilde;o do projeto ora em negocia&ccedil;&atilde;o, da parte do Brasil o Minist&eacute;rio da Agricultura, Pecu&aacute;ria e Abastecimento (MAPA) e, da parte de Angola o IDA. Prev&ecirc; a) realizar cursos para t&eacute;cnicos de &oacute;rg&atilde;os governamentais angolanos em sanidade vegetal, objetivando a elabora&ccedil;&atilde;o e implementa&ccedil;&atilde;o do modelo do Servi&ccedil;o de Sanidade Vegetal adequado &agrave; estrutura pol&iacute;tica angolana; e b) realizar capacita&ccedil;&atilde;o de t&eacute;cnicos de &oacute;rg&atilde;os governamentais angolanos em metodologias de inspec&ccedil;&atilde;o fitossanit&aacute;ria.</li>
	</ol>
</div>
<p>
	Fonte: Ag&ecirc;ncia Brasileira de Coopera&ccedil;&atilde;o - ABC.</p>
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